Chega ao fim mais uma legislatura do Politeia

A 15ª legislatura da simulação do Projeto Politeia se encerra na tarde desta sexta-feira (23). O evento deste ano proporcionou novidades aos simulantes. Além de ter acontecido no formato on-line, a edição apresentou uma nova modalidade de atuação: a assessoria de imprensa. Sendo assim, a simulação contou com a participação de 135 universitários de vários estados do Brasil que puderam simular como parlamentares, repórteres e assessores de imprensa. Ao todo, participaram estudantes de graduação de 44 instituições de ensino diferentes, oriundos de todas as 5 regiões do país, sendo 57% moradores do Distrito Federal (DF). Além disso, o evento contemplou uma grande variedade de áreas de conhecimento, contabilizando o total de 36 cursos distintos. Apesar da prevalência de estudantes de ciência política (29,7%) e direito (25,6%), cursos como comunicação, relações internacionais, psicologia, serviço social, e engenharia florestal marcaram presença.

A modalidade parlamentar dispôs de função fundamental na realização de debates nas comissões, no Plenário e na proposição de projetos. A estudante de ciência política Juliana Braúna afirmou que, apesar de sentir falta da simulação presencial, “a organização conseguiu aperfeiçoar o projeto para que ele pudesse funcionar de modo on-line”, avaliou. Para José Salgueiro, estudante de jornalismo e publicidade do Rio de Janeiro, “a simulação acrescentou muito na nossa formação acadêmica e cidadã. Os debates foram muito sadios e promissores”, relatou acerca de sua experiência.

Além disso, os repórteres atuaram na produção de conteúdo jornalístico e na cobertura dos fatos ocorridos durante a semana. Mara Oliveira, universitária brasiliense de jornalismo, foi uma das simulantes que participou desta modalidade. “Como futura jornalista, acredito ser necessário saber como cobrir política. A vivência acrescentou bastante na minha experiência profissional”, contou. André Queiroz também se sentiu bastante satisfeito com sua participação como repórter. “O evento foi uma imersão em um verdadeiro processo jornalístico”, discorreu o estudante de ciência política da Universidade de Brasília (UnB).

Por fim, a assessoria de imprensa foi uma modalidade inédita desta legislatura. Durante todo o evento os assessores trabalharam, em conjunto com os parlamentares, na construção da imagem política destes. Apesar dos desafios que o formato remoto apresentou, o assessor Afonso Henrique gostou muito da
experiência. “Achei a ideia [da assessoria de imprensa] genial, espero que mantenham em outras edições”, disse. Ana Azevedo, que também optou por atuar nessa nova função, afirmou que “ser assessora de imprensa me permitiu vivenciar a simulação pela visão dos parlamentares e pela visão da imprensa”, disse.

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